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Archive for the ‘Jornal’


Professora fogosa faz pornozão com aluno

Um pouco da sabedoria do vovô:

“Muito cuidado com as mulheres fogosas! Não importa o tamanho do instrumento. As que tem rabo quente não sossegam jamais e sempre acabam procurando mais e mais… elas são um perigo!”

Onegai Porno Hentai Professora

Palavras sábias! Uma prova disso é o que aconteceu na República Tcheca. Uma professora de sexo inglês fez um filme pornô com um aluno de 18 anos de idade. O vídeo porno amador de 5 minutos estrelado pela professora Miroslava Prillerova, de 35 anos e pelo adolescente precoce Karel Kucera, de 18 anos, foi gravado com a câmera do telefone celular de um amigo do aluno que não só estava gravando como também estava dando instruções (pelo jeito o guri quer ser diretor de cinema. Será que tem potencial para ser um futuro Seymore Butts?) . Engraçado… Isso tudo me fez lembrar aquela parte de uma música do Raimundos que diz: “labareda da piriquita põe fogo no matagal!

O caso indignou os pais dos adolescentes que pediram a demissão da professora e profissional do séquissu. O cafetão diretor da casa de massagem escola, Miroslav Krivanek, disse que não iria demití-la, pois o aluno é maior de idade e tudo aconteceu fora da escola. Será que esse cara é brasileiro? Pode até ser maior de idade e ter ocorrido fora da escola, mas sinceramente… Você deixaria seus filhos terem aula com uma mulherzinha desequilibrada dessas? Que belo exemplo os alunos estão tendo, não é? A professora, que também exerce a profissão mais antiga do mundo, culpou o álcool: “Era Ano Novo e Karel e eu tínhamos bebido muito. Acabei perdendo o controle”. Isso mostra mais um erro dela. Sair para encher a cara com aluno! Os caras estão bem por lá, hein? Só não falo que lá é o Brasil porque se tudo isso tivesse acontecido aqui essa professora:

  1. Seria chamada para posar nua em revistas como Playboy
  2. Seria contratada para fazer o papel de mocinha de alguma novela da Globo
  3. Se casaria com algum jogador de futebol
  4. Tentaria bloquear o Youtube e, só de sacanagem, vários blogs
  5. Estaria sendo considerada uma verdadeira feminista em várias comunidades acéfalas do Orkut
  6. Estaria na revista Caras
  7. Estrelaria no novo filme pornô do Brasileirinhas com o Frotinha
  8. Seria contratada para ser apresentadora infantil

Bom… Chega de falar tanto… Quer ver vídeo de sacanagem, né malandrinho? Então lembre-se: “Não seja precoce! Tente se segurar!”:

Sargentos gays surpreendidos pela Polícia do Exército

Que país é esse? Um País de preconceitos?! Serem expulsos do exército pela preferência sexual?! Isso é horrível! A sexualidade da pessoa não interfere em nada, cada um é feliz do seu jeito!

Fernado e Laci moram num apartamento em Brasília. Foram expulsos do exercito após descobrirem que eles eram homossexuais. Acabaram sendo presos por pederastia.

Os sargentos do Exército Fernando e Laci foram surpreendidos pela Polícia do Exército na noite do dia 3, após uma entrevista ao programa “Superpop” da RedeTV. No programa eles repetiram ao vivo que vivem juntos em união estável desde 1997 (coisa que já havia sido contada para a revista Época).

O programa terminou com o prédio da Rede TV! cercado pela Polícia do Exército, que chegou ao local por volta das 23h30. A chegada do carro militar foi mostrada ao vivo no programa.

Araújo é considerado desertor das Forças Armadas e tinha mandado de prisão expedido pela Justiça Militar desde o dia 21 de maio, segundo a revista Época. Ele foi preso ao sair da emissora, por volta das 4 horas do dia seguinte.

O ministro disse que foi informado que um dos sargentos era desertor e, por isso, ele havia sido punido. “A informação que eu tinha é que esse cidadão era um desertor que tinha se afastado de suas funções”, afirmou.

A questão da prisão do militar foi tratada em reunião fechada com o ministro pelos representantes da Frente Parlamentar pela Cidadania dos Gays, Bissexuais, Lésbicas, Travestis e Transexuais.

“Que absurdo uma coisa dessa! Os sargentos Fernando e Laci não merecem isso de maneira alguma!”

É uma pena pensar que ainda existem pessoas preconceituosas! Todos tem o direito de ser feliz, não importa a raça, a religião, o sexo ou se é rico ou pobre. O que realmente importa é que a pessoa tenha saúde e seja feliz! Eles não estão fazendo mal a ninguém!

Isso realmente é um preconceito inaceitável.

Presas ameaçam Anna Carolina Jatobá

Tumulto e protesto marcaram nesta quinta-feira a chegada de Anna Carolina Jatobá, madrasta da menina Isabella Nardoni, à Penitenciária Feminina Sant’Ana, no Carandiru, zona norte de São Paulo. Assim que Anna Carolina pisou no prédio da administração da unidade, as detentas bateram nas grades e gritaram: “Assassina, assassina”. Nesta sexta, a defesa de Anna Carolina e Alexandre Nardoni deve entrar com pedido de liberdade para o casal.

As presas não a querem nem no seguro (isolamento), onde ficam as detentas juradas de morte. Por isso, a unidade reservou para ela uma sala no prédio da administração, perto do gabinete do diretor-geral, Maurício Guarnieri. A sala fica longe dos pavilhões e do convívio normal das presas.

Segundo elas, nessa sala já ficaram Kelly Samara, a “bonequinha de luxo”, acusada de aplicar golpes nos Jardins, e também a mulher do megatraficante Juan Carlos Abadía. “A Kelly ficou lá alguns dias, porque pegou uns maços de cigarros de umas meninas e não pagou a dívida”, contou uma presidiária.

No local, tem o banheiro com bacia de louça (não de cimento) e chuveiro com água quente. Anna Carolina ganhou calça bege e camiseta branca. “O uniforme de presidiária que ela recebeu é usado porque a casa não dá nada novo para ninguém”, revelou outra detenta.

No chão da quadra de futebol do Pavilhão 2, as detentas escreveram, apagaram e reescreveram frases como: “Isabella, presente do Dia das Mães”. Por algum tempo, foi colocada uma faixa com os dizeres: “Assassina maldita.”

Outra presidiária afirmou que, por causa da chegada de Anna Carolina, a entrega de pacotes com alimentos e outros objetos para as detentas atrasou pelo menos três horas. “Essa garota já chegou aqui causando problemas. Se a cadeia ‘virar’ (se rebelar), a gente vai catar ela. É melhor ela ir de bonde (ser transferida)”, advertiu a presidiária.

À tarde, havia rumores de que Anna Carolina, por razões de segurança, seria transferida para a Penitenciária Feminina de Tremembé, no Vale do Paraíba (SP), onde cumpre pena Suzane von Richthofen, condenada pela morte dos pais. A Secretaria da Administração Penitenciária não confirmava a remoção.

No 13º Distrito Policial (Casa Verde), o marido de Anna Carolina, Alexandre Nardoni, passou o dia numa cela de 3 metros quadrados com apenas um colchonete e isolado dos outros detentos – 33 nas outras cinco celas. Segundo funcionários do DP, não houve hostilidade por parte dos outros presos.

Embora estivesse abatido, Alexandre chegou a conversar com alguns deles. Segundo funcionários, investigadores conversaram com os outros presos para avaliar a receptividade que Alexandre terá caso seja transferido para uma cela coletiva.

Alexandre e Anna Carolina são acusados de homicídio triplamente qualificado: meio cruel (agressões e asfixia), assegurar a execução ou ocultação de outro crime (decidiram jogar a vítima para esconder as agressões) e impossibilidade de defesa. Eles podem pegar de 12 a 30 anos de prisão caso seja julgados e condenados pelo crime de homicídio.

Pela alteração da cena do crime (a tentativa de apagar as manchas de sangue), a pena varia de seis a quatro anos de detenção. Se isso ocorrer Alexandre poderá, ainda, pegar uma condenação de seis meses a um ano, a mais que a mulher, por ser pai da vítima.

Isabella era filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira. A cada 15 dias, ela visitava o pai e a madrasta Anna Carolina Jatobá.

No sábado, dia 29 de março, a garota foi encontrada morta no jardim do prédio em que o pai mora. A polícia descartou desde o princípio a hipótese de acidente. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, declarou que Isabella foi jogada da janela do apartamento por alguém.

O delegado destacou o fato de a tela de proteção da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences no local.

O pai teria alegado à polícia que um homem invadiu o seu apartamento. Ele e Anna Carolina afirmam ser inocentes e, por meio de cartas e em entrevista ao programa “Fantástico”, da TV Globo, disseram esperar que “a justiça seja feita”.

Presas deixam mensagem para Isabella

O caso da morte da menina Isabella Nardoni não repercute somente nas ruas de São Paulo. As detentas da Penitenciária Feminina da Capital (para onde foi transferida a madrasta da menina, Anna Carolina Jatobá, 24) também mostram indignação com o crime. Imagens transmitidas pelo jornal “SPTV”, da rede Globo, mostram um recado que as presas escreveram no chão de uma área usada para banho de sol: “Mensagem para Isabella: Presente de Dia das Mães. Assassina maldita”, diz o recado deixado pelas presas no chão.

Anna Carolina e seu marido, Alexandre Nardoni, pai de Isabella, foram presos ontem (7) depois de a Justiça aceitar a denúncia (acusação formal) do Ministério Público e decretar a prisão preventiva do casal.

Com a notícia da prisão do casal, uma multidão se formou em frente ao prédio em Guarulhos (Grande SP), onde o casal estava hospedado. Alexandre e Anna Carolina deixaram o prédio sob gritos de “justiça e assassinos”. A PM chegou a usar gás pimenta para dispersar os curiosos. A cena se repetiu em frente ao 9º Distrito Policial (Carandiru), onde ambos assinaram o mandado de prisão.

Com prisão decretada, Anna Carolina e Alexandre são levados para carceragem

No presídio, que fica no Carandiru (zona norte), Anna Carolina deve passar ao menos dez dias no regime de observação –isolada de outras presas. A Secretaria da Administração Penitenciária não confirma se ela permanecerá separada após o prazo.

Ontem, a delegada Renata Pontes, que investigou a morte de Isabella, disse que as detentas ameaçavam se rebelar caso Anna Carolina fosse encaminhada para a Penitenciária Feminina. A secretaria, responsável pela unidade, não confirma.

Alexandre permanece preso na carceragem do 13º DP (Casa Verde, zona norte), onde há celas para homens com curso superior completo. Ele passou a noite sozinho na cela, que tem cerca de dois metros quadrados e um colchão.

Defesa

A expectativa é de que a defesa apresente ainda hoje o pedido de habeas corpus para o casal, que passou a ser réu no processo da morte de Isabella.

De acordo com o advogado Rogério Neres de Sousa, um dos três que representam o casal, a defesa deve se reunir hoje e, com base na decisão do juiz, elaborar o pedido de liberdade.

Crime

Alexandre e Anna Carolina são acusados pela morte de Isabella, que foi asfixiada e jogada do apartamento do casal –no sexto andar do edifício London (zona norte de São Paulo)– na noite de 29 de março. O casal nega o crime e atribui o assassinato a uma terceira pessoa (assaltante ou desafeto), que teria invadido o apartamento.

Para o promotor Francisco Cembranelli, Isabella foi asfixiada pela madrasta e jogada do apartamento pelo pai. Na denúncia, entregue terça-feira (6) à Justiça, Cembranelli também responsabiliza o casal por fraude processual –por ter alterado a cena do crime.

Ele aponta como provas contra o casal laudos periciais e versões de testemunhas –durante as investigações, mais de 60 pessoas foram ouvidas.

Preventiva

Em seu despacho, o juiz Maurício Fossen afirmou ter levado em consideração a conduta do casal, que “deixa transparecer que se tratam de pessoas desprovidas de sensibilidade moral e sem um mínimo de compaixão humana, ainda mais em se tratando do fato de que a vítima seria filha de um deles e enteada do outro”.

Fossen descreve em sua decisão que considera que houve prova material do crime e indícios de autoria do casal. Ele justifica a decretação da prisão não somente para a conveniência do seguimento do processo como também para garantir a ordem pública “com o objetivo de tentar restabelecer o abalo gerado ao equilíbrio social por conta da gravidade e brutalidade com que o crime descrito na denúncia foi praticado”.

O juiz marcou para o próximo dia 28 o interrogatório do casal. Após a conclusão do processo, os réus vão a julgamento. Em qualquer uma das fases do processo judicial, cabe recurso.


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