Teoria de Cordas (parte 1)

Posted by: heljerbass  :  Category: Ciência, Teoria

No meu segundo ano como aluno do curso de Física da Unifei (Universidade Federal de Itajubá – MG), o professor de cálculo se apresenta e diz que sua linha de pesquisa é em Teoria de Cordas

Terminado a aula, bateu aquela dúvida: Teoria de Cordas??? Mas o que é isso?

Resolvi, então procurar algo sobre o assunto na internet… Encontrei poucos sites sobre o assunto, mas o pouco que encontrei dizia praticamente a mesma coisa do tipo “Teoria das Cordas é uma teoria, que se for realmente comprovada, é a teoria capaz de unir, em uma única relação, as quatro forças da natureza…”


Mas, em um atendimento, perguntei para o professor o que era a tal Teoria de Cordas… a resposta dele, confesso que foi desanimadora… o professor recomendou, se eu certamente estava disposto a saber o que diz a Teoria de Cordas, que eu lesse o livro: Universo Elegante de Brian Greene. Neste livro, o físico Brian Greene apresenta a Teoria das Cordas de uma forma simples, com pouco rigor físico-matemático. Só o necessário para compreender o real significado da Teoria.

Escreverei sobre Teoria de Cordas em partes porque é um tema bastante extenso e para dar audiência para o Galacta Ciência… Hoje somente uma introdução…

Introdução

Pouca gente sabe que só existem quatro tipos de força na natureza: a gravitacional (responsável pela atração entre corpos celestes e por estarmos presos ao chão), a força forte (que mantém coeso o núcleo dos átomos), a força fraca (que está por trás de certos tipos de radioatividade, bem como da produção de luz e energia nas estrelas) e a força eletromagnética, que atua entre cargas elétricas e causa o atrito entre os corpos.

No século passado, o desenvolvimento da teoria da relatividade geral e da mecânica quântica deu o arcabouço teórico para a formulação e o entendimento dessas quatro forças (ou interações) fundamentais. A mecânica quântica descreve fenômenos na escala subatômica. A relatividade mostrou que espaço e tempo são dimensões intimamente ligadas e podem, em certas circunstâncias, se dilatar ou se contrair.

Por enquanto é só… em breve mais coisas sobre essa Teoria que desde 2005 me fascina… AGUARDEM!!!

Stonehenge serviu de cemitério durante 500 anos

Posted by: heljerbass  :  Category: Arqueologia

Recentes estudos arqueológicos realizados em Stonehenge, o monumento pré-histórico mais importante do Reino Unido, revelaram que o local foi usado como cemitério durante 500 anos, um tempo muito maior do que se pensava anteriormente.

Até agora, arqueólogos acreditavam que cemitérios teriam sido criados no local entre 2700 a.C e 2600 a.C, cerca de um século antes das pedras gigantes serem instaladas.

No entanto, uma pesquisa que analisou escavações feitas em 1950 sugere que corpos eram enterrados em Stonehenge já no ano 3000 a.C, pouco depois da criação do monumento.

“A partir de então (3000 a.C), Stonehenge teria servido de cemitério até 2500 a.C”, afirmou arqueólogo Mike Parker Pearson, coordenador do projeto Stonehenge Riverside, patrocinado por cinco universidades britânicas.

Local especial

Os arqueólogos acreditam que os restos mortais mais antigos encontrados no local (uma pilha de ossos e dentes queimados) teriam pertencido a uma única família de elite da época, provavelmente integrante de uma dinastia.

Os vestígios mortais mais recentes de que se tem notícia seriam de uma mulher de 25 anos enterrada entre 2570 a.C e 2340 a.C, quando as grandes pedras começaram a chegar ao local.

“Eu não acredito que este era um lugar onde pessoas comuns eram enterradas. Certamente Stonehenge era um local especial naquela época”, afirmou Parker Pearson.

“Há muito tempo arqueólogos especulam se Stonehenge não teria sido criado por reis pré-históricos. Os novos resultados mostram que, não somente este talvez tenha sido o caso, como também eles tenham escolhido este lugar para ser enterrados”.

No entanto, outros especialistas têm uma outra visão do que teria sido Stonehenge. Para Tim Darvill, da Universidade de Bournemouth, e Geoff Wainwright, da Sociedade de Antiquários, o monumento teria sido um local de cura.

Após duas semanas de escavações no local, em abril deste ano, os pesquisadores dizem estar convictos de que Stonehenge era uma espécie de santuário de Lourdes neolítico“, onde peregrinos iam buscar curas para doenças.

Fonte: Folha Online

Será a metanfetamina uma droga inteligente?

Posted by: admin  :  Category: Ciência, Química

Pesquisas conduzidas por médicos antropólogos sugerem que usuários de metanfetanima geralmente usam a droga para aumentar suas performances no trabalho ou na escola e não apenas para ficarem chapados.

Segundo o professor Daniel Lende:

“Mesmo com uma droga como a metanfetamina, a maioria dos usuários pesados em nossa pesquisa entraram no estado de “uso funcional”. Eles costumam aumentar as funções cognitivas (ou compensar deficiências), para aumentar a produção como um todo e até mesmo parecer “normal” enquanto estão chapados (ao contrário de como acontece com o álcool).”

Lende e seus colegas entrevistaram 40 usuários pesados de metanfetamina em Atlanta sobre como eles usam a droga que está ficando conhecida como o “novo crack”.

Ao invés de ouvir histórias sobre a “diversão” dos cristais de metanfetamina, os usuários falaram sobre os ganhos de produtividade recebidos pela droga. Seus comentários foram bem similar aos que foram citados sobre Adderall, Provigil e Ritalin.

Uma costureira disse que os ganhos de produtividade foram as únicas razões que a levaram a usar a droga:

“Eu fui para casa e fiz um vestido… de repente eu pensei, meu Deus, eu fiz os detalhes tão bem nisso, essa é realmente uma droga das oportunidades… Trabalhei drogada, o que eu sei que parece estupidez, mas essa não é uma situação social para mim… Eu pude focar totalmente no projeto que tinha em minhas mãos. E essa foi e ainda é o grande e único atrativo da droga.”

Não estamos defendendo o uso da metanfetamina aqui, mas como Vaughan Bell, autor sobre “Mind Hacks” aponta, “em outras palavras, drogas são ruins para você, mas algumas pessoas administram os riscos. Uma pequena minoria, é claro, não administra esses riscos e acaba morrendo instantaneamente ou sofrendo conseqüências de longo prazo.”

Fonte: Wired Science