10
jun
Author: jeremias // Category:
Estilo de Vida

Quantas vezes você não se deparou com a sensação de que seu dia deveria ter umas 32 horas para que você conseguisse fazer tudo o que se propôs a fazer? Essa não é uma realidade só sua. Pergunte para a primeira pessoa que você ver pela frente como anda sua vida diária quanto à organização de seu dia e verá que certamente sua vida está uma verdadeira bagunça!
Caso você fique um dia inteiro com essa pessoa verá que a maioria de suas atividades diárias são atrapalhadas por outras que não tem nada a ver com o que deve ser feito. Ou seja, ir direto ao ponto é essencial! Abaixo estão listados alguns vilões da produtividade:
Sites de relacionamento: Orkut, myspace, Facebook, entre outros, são os piores vilões que se pode ter na questão da produtividade. Assim que estamos no computador e vamos executar algum trabalho de faculdade ou profissional, pronto… De repente você larga tudo só pra ver se aquela menina que você tanto quer sair respondeu seu recado.
Baladas de última hora ou não: Você nunca fez seu trabalho de faculdade antes do prazo e surgiu a oprtunidade de mudar isso. Até que enfim vai dar mais atenção à sua família. Que maravilha! No entanto, como um passe de mágica surge “o churrasco” com a galera e pronto, voltamos ao ponto inicial de sua vida bagunçada.
Tempo gasto em somente uma tarefa: Isso aqui serve para aquele pessoal zen. Banho, 30 minutos, café da manhã, mais 30 minutos e quando você percebe está quase atrasado para o trabalho. A paciência uma virtude, mas em excesso é fatal e pode custar sua palavra ou emprego, por exemplo.
Essas são só algumas atitudes que levam a sua vida a se tornar um caos e tomar cuidado com elas é necessário. Porém, o mais importante é estabelecer prioridades que realmente interessam pois assim, automaticamente estaremos previnidos dessas e de muitas outras ações destruidoras de tempo.
Um abraço
Giuliano Arroyo Rodrigues
08
mai
Author: jeremias // Category:
Estilo de Vida

Na gestão do Presidente Lula, presenciamos escândalos políticos, falhas na gestão de recursos e apesar de tais acontecimentos nos causarem repulsa, a questão que mais causa revolta e ao mesmo tempo nos afeta diretamente é o desemprego. O pior de tudo é o fato de ouvir nosso presidente dizer que “não sabe de nada”. Mas até que ponto o desemprego é inteiramente responsabilidade dos governantes?
Geralmente é melhor para o ser humano colocar a culpa de seu fracasso no próximo do que assumir as consequências de seus atos e na questão do desemprego também é deste modo. Quase todo mundo já experimentou o medo de perder o emprego ou de ser demitido e a primeira coisa é pensar: “Se aquele merda de presidente fosse realmente competente, eu não estaria nessa situação”. Minha intenção não é defender nenhum ponto de vista político, nem isentar a responsabilidade que o governo tem de gerar empregos e sim mostrar que cada um tem o dever de analisar e pensar o que está fazendo para que tal emprego estável e com salário justo venha até nós.
Um ponto a ser visto é a renovação de nossos conhecimentos. Quantos cursos eu fiz dentro de minha área desde que me formei? Estou a par da realidade da minha área de atuação e estou correndo atrás para acompanhá-la? Essas são atitudes básicas para se manter no competitivo mercado de trabalho e é preciso responder com sinceridade essas questões caso contrário nunca tomaremos consciência da necessidade de mudança.
Outro ponto a ser analisado é: “Eu estou me dedicando realmente ao curso ou estou apenas marcando presença nas aulas e esperando o diploma ao término do curso?” É redundante citar, mas todos sabem que o mercado de trabalho está sedento por profisssionais especializados e, se continuarmos com a mentalidade do esforço “meia-boca”, conseqüentemente seremos também profissionais “meia-boca”.
Esses dois aspectos citados acima podem servir como norteadores para a mudança de atitude que pode nos levar à realização dos objetivos profissionais, mas o mais importante é lembrar sempre das atitudes tomadas perante à vida e as respectivas repercursões que elas gerarão para si próprio.
Em síntese: Você perdeu ou não tem emprego? A CULPA É TODA SUA!
Giuliano Arroyo Rodrigues