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por guilherme

Eliminação do Boca Juniors (Libertadores)

junho 7, 2008 em Esporte por guilherme

Após um jogo impressionante no Maracanã nesta quarta-feira, o Fluminense conseguiu eliminar o time do Boca Juniors, uns dos melhores times das Américas de todos os tempos.

Foi um jogo dramático! O time do Boca Juniors pressionou o time do Fluminense do começo ao fim. Conseguiu abrir o marcador com Palermo de cabeça e continuou pressionando o time adversário.

No segundo tempo com uma bobeira da defesa, que fez uma falta na entrada da grande área, o Boca tomou um gol que não poderia ter tomado numa falta PERFEITA de Washington. Mas o gol não abalou o time do Boca Juniors, com passes perfeitos de Riquelme.. o time argentino teve muitas chances de fazer o segundo gol e finalizar a partida. Como o futebol é uma caixinha de surpresas, em uma arrancada e um chute de Conca desviado no zagueiro Ibarra, o time do Fluminense fez o segundo gol que seguia com destino à classificação.

Dodô que entrou no segundo tempo com um apetite incrível, fez o Boca calar a boca, como disse Rogério Assis (narrador esportivo da Jovem Pan).

Agora o time do Fluminense joga a final da libertadores contra a LDU.

E neste fim de semana tem a 5ª rodada do campeonato brasileiro série A com os jogos:

Sábado – 07/06/2008

  • 18:20: Ipatinga x Náutico
  • 18:20: São Paulo x Atlético-MG
  • 18:20: Flamengo x Figueirense

Domingo – 08/06/2008

  • 16:00: Portuguesa x Internacional
  • 16:00: Sport x Palmeiras
  • 16:00: Grêmio x Fluminense
  • 16:00: Atlético-PR x Goiás
  • 18:10: Vitória x Santos
  • 18:10: Cruzeiro x Vasco
  • 18:10: Botafogo x Coritiba

Pastel de forno

junho 3, 2008 em Gastronomia por Mylfa Flamet

Ingredientes:

  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 150g de margarina
  • 1 ovo
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de vinagre
  • 1 gema para pincelar
  • Recheio de sua preferência.

Modo de preparo:

  1. Em uma vasilha misture a farinha, a margarina, o ovo, o sal e o vinagre.

  2. Amasse bem até a massa ficar homogênea.

  3. Envolva-a em papel filme ou saco plástico e leve à geladeira por 30 minutos.

  4. Abra a massa com o rolo em superfície enfarinhada, corte-a em 20 pedaços, distribua o recheio, feche os pastéis e pincele com a gema.

  5. Asse em forno pré-aquecido.

Torta gelada de chocolate

junho 3, 2008 em Gastronomia por Mylfa Flamet

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 100g de manteiga, em temperatura ambiente
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de Chocolate em Pó Solúvel
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • meia colher (sopa) de fermento em pó
  • 1 pote de Sorvete de Chocolate (2 litros)
  • 1 lata de Creme de Leite
  • 1 tablete de Chocolate Meio Amargo picado

Modo de preparo:

  1. Bata no liquidificador os ovos com a metade do leite, a manteiga, o açúcar, o Chocolate em Pó e a farinha peneirada com o fermento.
  2. Despeje esta mistura numa assadeira retangular untada.
  3. Leve ao forno médio por cerca de 25 minutos.
  4. Forre uma fôrma redonda (25cm de diâmetro) com papel de alumínio.
  5. Faça uma camada com metade do bolo esfarelado e umedeça com uma parte do leite restante.
  6. Espalhe o sorvete e faça outra camada de bolo esfarelado e umedecido.
  7. Cubra e leve ao freezer para endurecer.
  8. Aqueça o Creme de Leite em banho-maria.
  9. Desligue o fogo, junte o Chocolate picado e mexa até derretê-lo.
  10. Desenforme o bolo e cubra-o com o creme de chocolate.
  11. Decore com chocolate em raspas ou granulado e sirva.

Nhoque de batata

junho 3, 2008 em Gastronomia por Mylfa Flamet

Ingredientes

Massa:

  • 6 batatas médias
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • sal a gosto

Molho:

  • 1 lata de molho de tomate
  • 1/2 cebola
  • 1colher de sopa de azeite
  • 2 tabletes de caldos de carne
  • 1/2kg de carne moida
  • 1 pacotinho de queijo ralado

Modo de preparo

Massa:

  1. Cozinhe as batatas em água até que estejam macias.
  2. Escorra, descasque-as e passe pelo espremedor ainda quentes.
  3. Vá acrescentando a farinha aos poucos e o sal.
  4. Amasse bem.
  5. Coloque a massa sobre uma mesa enfarinhadae faça rolinhos.
  6. Corte cada rolinho em pedaços de mais ou menos 2cm.
  7. leve ao fogo em uma panela com bastante água temperada com sal,quando a água levantar fervura vá colocandos os nhoques na água áté eles começarem a subirColoque água fria em uma bacia e coloque o escorredor dentro da mesma,retire os nhoques ja cozidos e coloque-os no escorredor para dar choque térmico.
  8. Repita o processo até toda massa estar cozida.
  9. Escorra bem e coloque o nhoque em um refratário, reserve.

Molho:

  1. Pique a cebola bem miudinha em uma panela coloque o azeite e frite a cebola,acrescente a carne e os tabletes de caldo de carne.
  2. Mexa bem, quando a carne já estiver cozida acrescente o molho e deixe cozinhar por mais 4 minutos.
  3. Despeje-o sobre o nhoque salpique queijo encima e leve ao forno para gratinar.
  4. SIRVA QUENTE E BOM APETITE.

80 anos de MALHAÇÃO

junho 2, 2008 em TV por Mylfa Flamet

Malhação, a novela mais comprida da TV brasileira. Uma novela tão longa, que a Dercy Gonçalves fez teste para ser colegial.

Até que dia desses, tudo mudou. Como consegui uma folga e não tinha absolutamente nada pra fazer, resolvi reviver a época da Malhação. Que, aliás, não faz sentido dizer isso, já que fiquei num sofá comendo Ruffles, em vez de estar numa mesa de supino.

Enfim, não só conferi como revivi de verdade a época por um simples motivo: o programa não mudou quase nada de 15 anos pra cá. Chega a impressionar.

A começar pelo nome. Se um irlandês chegar hoje no Brasil não vai entender o porquê de Malhação. Cadê a academia? Cadê os halteres? Cadê os pit-boys com as gostosonas? Acho que o nome tá mais pra incentivo aos personagens, que não passam dos 50 quilos. O que também não é certo por eles ainda não estarem em uma fase etária suficiente pra sair puxando ferro por aí. Quer dizer, tá tudo errado.

Se bem que se você for analisar bem os estudantes, começa a desconfiar dessa idade baixa. Tem tudo aparência de 25 anos e ainda estão no terceiro colegial? Ou seja, além de influenciar adolescentes com lordose por causa da malhação, ainda estimulam a repetência?

Mas até que dá pra entender. Não tem como alguém entrar no vestibular sem aprender Geografia, Matemática, Física. Ou seja, matérias que os professores e alunos do tal Múltipla Escolha desconhecem. Em compensação, aulas com temas sobre aborto, gravidez e segurança no trânsito dominam as salas. Os alunos sabem tudo sobre camisinha e ponto G, mas nunca ouviram falar sobre Napoleão. O Múltipla Escolha deve ir muito bem no Provão, viu?

Isso deve explicar a idade dos alunos. Porque, se você tem 25 anos e ainda está no terceiro colegial, sinal que precisa mesmo aprender sobre o que é camisinha. Será que a próxima aula seria sobre como amarrar o tênis?

E mesmo com esse bombardeio de informações, as alunas sempre ficam grávidas. Todo ano tem uma grávida na novela. Ou seja, as turmas se formam, entram outras alunas e sempre uma delas engravida. Será que não tá na hora de desconfiar do colégio? Sei lá, alguém podia investigar o bedel. Se o colégio quisesse ganhar dinheiro com outra coisa, podiam até usar isso a favor.

Problemas pra engravidar? Matricule-se no Múltipla Escolha. Aqui é garantido.

Se essa novela surgiu de um livro, fico pensando quem teve saco pra escrever isso tudo. É quase um Alcorão. Se bem que a fórmula da novela facilita bastante a vida do autor: é só dar Ctrl-C antes do capítulo e Ctrl-V depois que ele muda.

Logo, as aulas também são as mesmas. Até hoje os personagens falam que o World Trade Center é um dos maiores prédios do mundo, o muro de Berlim deve cair e Constantinopla deve ser invadida. Mas não porque a novela é repetida. Dessa vez é por falta de informação dos alunos mesmo. E olha que eles nem passam o tempo todo dentro de uma academia.

enviado por Maurício Meirelles

por fradique

A China que estou vendo – por Sérgio Kodato

junho 2, 2008 em Literatura por fradique

Em três artigos tentarei mostrar ao leitor as impressões que estou tendo da China nesta viagem de estudos feita com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da FFCLRP da USP. Apreciarei e muito que os leitores façam comentários no blog formulando questões sobre a China que vive uma situação “sui generis” pois continua comunista na organização social e altamente capitalista na sua economia.

Beijing, capital da China tem uma história de 3000 anos e congrega monumentos históricos famosos, bastante visitados, lado a lado com gigantescos arranha-céus, modernos shopping-centers, imensos condomínios residenciais, centenas de fábricas e uma vasta periferia, onde se vê muita sujeira, cachorros abandonados, mas não se vê indigentes, alcoólatras ou crianças famintas e pedintes.

Minha experiência na China foi surpreendente desde o início: desembarcando no aeroporto de Beijing, ao trocar dólares por yuans, na proporção de um para sete, percebi que a valorização da moeda americana em relação à local, tornava tudo bem barato, para o nosso poder aquisitivo. Para se ter uma idéia, convertendo para o real, a passagem de ônibus custa 30 centavos; o metrô: R$0,60; taxi em trajeto longo: R$10,00; uma refeição num restaurante bom: R$10,00; uma calça jeans: R$20,00; um blusão de nylon acolchoado R$25,00; um blusão de couro de grife: R$150,00; apartamento individual num hotel bom: R$60,00. Se na Europa 200 euros são gastos em 2 a 3 dias, aqui na China eles se transformam em 2000 yuans, que cobrem tranqüilamente gastos de duas semanas. Além disso o pessoal do hotel em que havia feito a reserva, foi me buscar no aeroporto, evitando transtornos de demorar a achar o local, ainda mais num local estranho, em que não lia e nem falava o idioma local; correndo o risco de ficar rodando de táxi pela cidade. A receptividade do pessoal do hotel era uma pequena amostra da amabilidade do povo chinês; nunca vi tanta gente de boa índole, educada e bem humorada em toda a minha vida.

Pelo menos aqui em Pequim não há roubos ou violência nas ruas, ninguém bate a carteira de ninguém, ninguém fica mexendo com as mulheres gratuitamente, não há alcoólatras ou crianças pedintes, não há discriminação de espécie alguma. Muito pelo contrário, o que vigora aqui é a cordialidade e solidariedade nas relações sociais. No metrô se vaga um lugar para sentar, as pessoas te avisam. Se esquece alguma coisa em um estabelecimento, eles vem correndo atrás te chamar. Se você se confunde com as notas e dá menos dinheiro para pagar uma conta, te corrigem e dão risada. São muito espontâneos e sorridentes. Demorei uns quinze dias para me curar da paranóia que corre solta no Brasil. Ficava fantasiando que o pessoal do hotel poderia roubar meu computador, que poderiam clonar meu cartão de crédito, que o chá que oferecem nas lojas e shoppings poderia conter algum sonífero ou droga, mas relaxando foi possível usufruir e se divertir nessa bela cultura milenar. A malandragem aqui não corre solta como no nosso país.

Sérgio Kodato é Professor Doutor da USP – FFCLRP

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